quarta-feira, 5 de outubro de 2016

Colcha de Retalho

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Quando você encontrar

 A casa vazia lembre-se:

A “colcha de retalho” completou

Com pedaços de dor e cor

Preto: promessas não compridas

 Roxo: raivas sentidas

Amarelo: ingratidão sofrida

Azul: horas prometidas

Branco: tempo protelado

Rosa: constrangimento passado

A cama vai está vazia

Sem mim e sem alegria

 “colcha de retalho” exposto

Tristeza em meu rosto

Liberte-me



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Liberte-me
Aprisionada estou
No mundo de dor
Sem poesia
Sem alegria
Sem expressar
Sem lar
Sem sentido
 Sem amigo

terça-feira, 20 de setembro de 2016

Sou boba. Vai pensando!

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Pensas que me engana
 Com balelas a contar
Subestimando minha inteligência
Perdendo tua prudência

Arranjando desculpas esfarrapadas
 Nem coerência tem
Pensas que faz bem
Nas conversar que fala
Achando que sou “mala”

 Conversas para boi dormir
Me fazendo até rir
Com “amiga” verdadeira
 Que sabe de tua vida inteira

Com mulher a grudar
Não pensas em desvencilhar
Muito cômodo permanecer
E necessidades prover

 Com visitas a receber
 Sempre quando não estou
"Não tem como desconfiar"

 Nessa estóra que vives a contar

Nunca sabes o que aconteceu
Ou quem em tua casa entrou
Pensas que sou boba amor?
Pois você se enganou!

sexta-feira, 9 de setembro de 2016

Pergunta




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Pergunta que não quer calar

Passo horas a meditar

Para resposta encontrar

Quero ter

Motivo ou razão

Que aquiete minha decisão

Que possa trazer definição

 Ou acabar com aflição

Que brota em meu coração

Resposta escrita/falada não darei

Aguarde o que farei

Surpresa você terá

Quando não me encontrar

 Onde diz ser nosso lar

segunda-feira, 5 de setembro de 2016

Sou Prolixa



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Nada atraente como lixo

Nada estimulante feito bicho

Com palavras desnecessárias picho

Excessivamente com rabisco

Não resumo ideia em buchicho

 Perco-me em explicação

Supérflua que esguicho

Chego a ser enfadonha como cochicho

Entediante e estendo-me demoradamente

Como explicaçao de namoricho

 Pegajosa com palavras abundantes 

Feito carrapicho


Demasia como um micho

Sem nada sem capricho

sexta-feira, 2 de setembro de 2016

Onde Doi



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Onde doi não posso dizer
Só sei que me faz sofrer
Dor escondida e repartida
Aniquila a minha vida 

Onde doi?
No meu peito sofrido
Endecisos e dividido
Sentimento  traido
Desejo desfalecido
Coração ressequido

Por não saber o que fazer 
Dor que não prosso falar
Por não saber o que explicar
Nem saber quando vai parar
Vou deixar a vida reparar
E meu coração sossegar

quinta-feira, 1 de setembro de 2016

Vida que Passa

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Olhando a vida que passa
Deixa-me sem graça
Não gosto do que vejo
Mudanças eu almejo
Formas diferentes manejo
Tudo de perto revejo

Olhando a vida que passa
Desejo mudança dramática
Para minha vida problematica
Que tem me deixado estática
Em situação nada prática

Olhando a vida que passa
Não vejo solução
 Sentimentos em evasão
Deixando-me sem chão
Cheia de indecisão