quinta-feira, 15 de dezembro de 2016

Vida


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A vida é um processo de abrir mão
Nos deixa sem cerimônia
 Sem olhar para trás
Consegue levar parte de nós

A vida não possui roteiro
Meia Verdade
Divide a vida
 Em mentira e verdade

Cada mentira junta
 Mata-te e mata a mim
Leva-nos a abismo sem fim
Causando sentimento ruim

Em cada meia verdade
Fica faltando parte de nós
Deixando-nos a sós
Em maus lenções

Em cada verdade junta
Reaviva a vida
Fechando as feridas
Que teimam criar vida

terça-feira, 13 de dezembro de 2016

Entrega o coração

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Te entregue meu coração
 Deixei-o em tuas mãos
Se você não o quer
Deixe-o livre por favor

Vida que segue
Correndo em busca de tranquilidade
Olhando o firmamento
Sem desejar juramento

Quero decisão
Palavras proferidas sem valor
Sem consistência e sem sabor
Só produz rancor

Quero ação
 Coisas do coração
 Misto de desejo
Adicionada em teu beijo

Caminhar Juntos

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Casa na serra
Estrada estreita
 Caminhos tortuosos
 Dificuldade de encontrar
Abrigo ao luar

Lua clara ilumina
A rede na varanda
Vazia e solitária
Desejo de ser habitada

Tão feliz fomos
Em dias frios
Abraçados encontrávamos
O calor reciproco do amado

Tudo passa...
Não deixe acabar
Nem o cristal quebrar
Deves atitude tomar


Pés na Lua

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Andando na rua
Tal qual Catatua
Eu na tua
Sem querer falcatrua
 Olho para lua
Sinto-me nua
Sei que sou sua
 Teu cheiro na pele tatua
 Como carne crua
Querendo que tudo flua
Com desejo que flutua
Que nada destrua
 E meu amor não dilua
Teu beijo pontua
Meu corpo cultua
Tua mão não recua
Pedes que minha boca te instrua
Deixando-me com pé na lua
Desejando que me possua


segunda-feira, 5 de dezembro de 2016

Razão Coração

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Em dias de solidão
 Sem ter com quem conversar
 Falo aos meus botões
 Coisas do coração
 Razão que teima em doer
 Na pele que sente
 O frio a bater
 Do abandono constante
Em busca do amante
 Querendo expor a razão
 Para as coisas do coração
 Que nunca vou encontrar
 Se você não falar
Não posso saber
 O que sente você
Ficar sem saber
E nunca resolver
Com razão
Não compreendo o coração

Mãos Dadas



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 Enfrentar desafios de mãos dadas
 Fica mais fácil...
Vida que empoe desafios
 Respostas que propõe solução
De mãos dadas
 Sofrimento passado
Dor não perpassa
Medo superado
Perto do amado
Mãos que se unem
Forças se reúnem
Magoas que sucumbem
Leva-nos ao bem
Sem precisar de mais ninguém


terça-feira, 8 de novembro de 2016

Segue



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Pensamento vago
Tristeza latente
 Que meu peito sente
Não me quer mais
Sinto isso sem paz
Não resolves e cala
Mas teu gesto fala
Que não estamos bem
 Querendo resolver
 Não sei se vou poder
Pois meu quer
Está sem saber
O que fazer como você
Querendo deixar
A vida continuar...
Vida que segue!


segunda-feira, 7 de novembro de 2016

Paisagem


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Sentimento miúdo
Em olhar graúdo
Como mudo
Mesmo assim saúdo

A vida que passa
 A felicidade que fica
 A saúde fundamental
 A coragem ideal
A educação comunitária
A honra necessária
A natureza sofrida
A memoria ferida
A segurança insegura
De uma vida com
Dias frios
Tarde quentes
Noites ardentes


Brisa Suave

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 Coragem, coragem...
Tantas coisas a sonhar
Buscando realizar
Sem olhar para trás
Sem fincar raiz

Brisa suave nos cabelos
Sonhos fitos nas mudanças
Enquanto na vida, todos dançam

Coragem, coragem...
Preciso tomar posse
Dos sentimentos bons
Usar os meus dons

Seguir adiante sempre
Sem preocupar-se com futuro
Sem decisões duráveis
 Só brisas suáveis...


Borboletas



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Sou feliz?
 Eis a minha indagação
Passos largos e seguros darei
E minha vida mudarei

Olhar para outra direção
Andar contramão
Buscando perfeição
Mesmo que tenha que ir ao chão

Em busca dessa “tal felicidade”
Buscando novas amizades
Como borboletas a voar
Preciso me libertar

sexta-feira, 4 de novembro de 2016

Coração na Mão

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Vivo a perguntar
 O que estou fazendo com você?
Tens vergonha de mim
Sinto-me um curumim

Abandonada em dias claros
Quando o publico me olha
Foges para longe
 Esconde-se em teus medos

Ainda tens tempo
Para acabar com sofrimento
Se pego comigo
Quando encontras teus “amigos”

Quando perguntam o que fazer
Sempre me deixa para trás
Sugerindo que estás a sois
E que não existe nós


Coração na mão...
Ainda aprenderei dizer não
E te deixar então
A saberes quem é campeão


Beije Sempre


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Não me beije mais
Agora tanto faz
Vivo a buscar
Teus carinhos a procurar
Tento te buscar
Na coma em tudo lugar
Não me olhas com amor
Vejo e sinto pavor

Por não vê o teu amor
Que tanto me conquistou
 E me arrastou com furor
Em teus braços com vigor

Onde estás que procuro
Como se tivesse no escuro
Não encontro no olhar
Aquele jeito de amar

Barriga


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Olho para mim
Não gosto do que vejo
Fora dos padrões estou
Sem ter um amor

Não deixo você olhar
Sei que não vais gostar
Autoestima baixa
 Assim vivo cabisbaixa

Queria muito me amar
Olhar e desejar
Quando tento me arrumar
Sem graça a ficar


sexta-feira, 28 de outubro de 2016

Tempo Curto


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Que não nos falte força
Para seguirmos em frente
Que não nos falte coragem
Para vencermos os obstáculos
Que não nos falte felicidade
 Quando estivermos em casa
Com nossas pequenas
Que não nos falte desejo
Para permanecermos juntos
Que não nos falte vigor
Para ficarmos velhinhos juntos
Porque o tempo é curto de mais
Para quem dele precisa 

quarta-feira, 19 de outubro de 2016

Juntinhos

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Queria ficar juntinho
Até ficarmos velhinhos
Desejo muito viver
Para isso acontecer

Não sei se vai dar
Penso que não tens intenção de ficar
Muito menos disposição
De continuar a segurar minha mão

Queria tanto ficar
Em teus braços repousar
Sentir teu coração
A pulsar na mesma proporção

sexta-feira, 7 de outubro de 2016

Rápido

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Perdemos tempo

Em desalento

Com besteiras

E baboseiras

 Perdemos tempo

 A vida passa rápido

Como se fosse um rapto

Em dia inapto

Mesmo que esteja apto

Estamos perdendo a vida


Como mentecapto

quinta-feira, 6 de outubro de 2016

Mansinho


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O que fazer com você?

Saindo de mansinho

Para meu ninho

Em desalinho

 Com espinho

Em meu cantinho

quarta-feira, 5 de outubro de 2016

Sem Tempo

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Sem tempo

 Sem desejo

Sem gosto

Em agosto

Sem querer

 Sem poder

Sem ter

 O que fazer

Colcha de Retalho

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Quando você encontrar

 A casa vazia lembre-se:

A “colcha de retalho” completou

Com pedaços de dor e cor

Preto: promessas não compridas

 Roxo: raivas sentidas

Amarelo: ingratidão sofrida

Azul: horas prometidas

Branco: tempo protelado

Rosa: constrangimento passado

A cama vai está vazia

Sem mim e sem alegria

 “colcha de retalho” exposto

Tristeza em meu rosto